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Já pensaste várias vezes em ter uma performance de dança oriental no teu evento? Faltam-te informações para convencer os teus colegas e amigos de que esta é a opção certa para dar um toque especial ao teu evento? A dança oriental não se baseia apenas em abanar as ancas com adereços exóticos. É muito mais que isso!

Falámos com a Chillie em Berlim e a Sabina em Lisboa. As duas contam com vários anos de experiência e elas abriram-nos as portas para o seu mundo cheio de cor e novas formas.. Queres saber mais?

Performance da Chillie
Performance da Chillie

1. A Dança Oriental Requer Muitas Horas Dd Treino

Na Dança Oriental, os treinos são intensos e muito frequentes. Esta Arte requer prática constante, uma vez que trabalha músculos que não são utilizados no dia-a-dia. É ainda necessário ter atenção e adoptar uma postura correcta de forma a que não hajam lesões.

2. A Dança Oriental Como Uma Explosão De Criatividade

A Sabina diz-nos que a criatividade está sempre presente em cada movimento. Cada performance é diferente, uma vez que a dança é influenciada pelos sentimentos presentes em cada momento. O processo criativo começa logo quando os fatos são costurados. É aqui que a imaginação começa a dar frutos, fazendo a ligação dos fatos com o estilo de dança ou o tipo de música.

“As cores e a textura dos tecidos transmitem o drama e o romantismo enquanto as pedras e o brilho representam a alegria e a elegância”.

A Chillie conta-nos que normalmente não prepara coreografias quando tem performances. A inspiração deve vir da música e da maneira como esta fala através do seu corpo.

Chillie
A Chillie, artista residente em Berlin

 3. A Dança Oriental Como Uma Experência Musical

A música representa um papel muito importante uma vez que os ritmos e as batidas são quem determina cada movimento do corpo. “A dança torna-se uma visualização dos diferentes ritmos. Todos têm um nome e todos têm um tempo e a Dança Oriental baseia-se em dar um movimento a cada batida”, diz-nos a Chillie. Ela conta ainda que ouve uma canção até a saber de cor e esta é  maneira que encontra para apresentar a melhor performance possível. Ela quer que o seu público sinta a música através da sua dança.

4. A Dança Oriental Como Uma Relação De Amor

A Chillie é uma artista que conta com mais de 17 anos de experiência e já teve a oportunidade de viajar pelo mundo com a sua Arte. Além das suas performances criarem uma relação entre ela e a dança, o público é também envolvido num momento mágico e interactivo.

A Sabina começou a sua relação com a Dança Oriental há cerca de 10 anos e rapidamente se apaixonou pela magia das cores e pelos movimentos femininos e graciosos. Esta paixão veio para ficar e despertou ainda um Amor pela Música Árabe.

5. A Dança Oriental Como Cultura

A música Árabe conta com mais de 100 ritmos diferentes que são o produto da combinação de géneros musicais diferentes tais como a Música Clássica, Pop ou Folclore. A Dança Oriental estabelece-se então como cultura e a práctica desta Arte requer um conhecimento profundo dos diferentes ritmos e variações musicais.

Existem ainda diferentes tipos de Dança Oriental tais como Turca, Egípcia, Libanesa, etc. e todas contam com diferentes tradições e diferentes adereços tais como cobras, fogo, espadas ou véus. A relação entre a a bailarina e o adereço torna-se essencial em cada performance.

Performance da Sabina nas ruas de Lisboa
Performance da Sabina nas ruas de Lisboa

6. A Dança Oriental Como Forma De Expressão

Para a Sabina, a dança sempre foi mais do que apenas movimentos, mas revela-se sobretudo como uma forma de expressão, onde a artista consegue expôr as suas emoções da melhor maneira. Dos vários tipos de dança, este é o que mais a emociona e onde encontrou o seu modo de expressão.

7. A Dança Oriental Como Alvo De Preconceito

Infelizmente, existem muitas ideias pré-concebidas sobre esta Arte. “Às vezes, as pessoas julgam a Dança Oriental pelas falsas informações que recebem através do mundo comercial”. A Sabina fala-nos deste tipo de dança como um espaço onde são contadas histórias e onde existe sempre um elemento de surpresa com a versatilidade e variedade de adereços como o véu e as asas de Ísis. A Dança Oriental não deve ser vista como um meio de seduzir o homem, uma vez que, hoje em dia, vários homens praticam também esta dança.

A Chillie acrescenta que muitas vezes não menciona que é bailarina de Dança Oriental devido aos preconceitos criados pela sociedade.

Ela recorda uma das suas performances com alegria: num hospital para pessoas com deficiência onde a audiência criou uma relação com a dança e a música e não prestou atenção ao que trazia vestido ou à sua aparência. O público sentiu a música pelos seus movimentos e é isto que ela procura quando actua: transportar as pessoas para outro mundo onde elas podem partilhar esta ligação com a música através da dança.

A Sabina a deslumbrar a cidade de Lisboa
A Sabina a deslumbrar a cidade de Lisboa

8. A Dança Oriental Como Desenvolvimento Da Auto-Estima

A Chillie fala-nos desta dança como uma Arte onde “podes ser Mulher”. A prática desta dança é um processo onde temos a oportunidade de conhecer o nosso próprio corpo e onde aprendemos a gostar dele. É uma aventura de descoberta a nível individual à medida que a relação com a dança nos torna mais próximos de nós mesmos. “Faz bem à Alma”, diz-nos a Sabina.

9. A Dança Oriental Como A Escolha Ideal Para O Teu Próximo Evento

Quer seja numa vertente de workshop ou de performance, este tipo de dança é algo que pode sempre surpreender pela sua variedade de ritmos, adereços e movimentos. Combinando coreografías complexas com movimentos improvisados, esta é a opção ideal para surpreenderes os teus colegas ou convidados.

É ainda uma combinação entre algo novo e algo antigo. É talvez algo de que as pessoas tenham ouvido falar, mas muitas nunca viram, sentiram ou não estiveram sequer abertas para esta experiência.

Os movimentos graciosos da Dança Oriental
Os movimentos graciosos da Dança Oriental

10. A Dança Oriental Como Inspiração Para O Futuro

A Dança Oriental é um estilo de dança que está em constante evolução, onde podem sempre ser adicionados novos movimentos com inspirações de diferentes estilos. A fusão de diferentes estilos é constante e é uma das razões que torna este tipo de dança tão mágico. “O meu plano é sempre evoluir e nunca deixar de aprender, mas sempre ser fiel ao tradicional e nunca esquecer a origem e essência da Dança Oriental”.

Para a Chillie, a Dança Oriental sempre abriu muitas portas e oportunidades. “Existe sempre alguém curioso acerca desta Arte” e nós acreditamos que esta uma grande motivação.

Nós ficámos inspirados pelas palavras da Chillie e da Sabina e em como a Dança Oriental pode dar um toque especial aos nossos dias através do seu espaço para a criatividade, a sua carga cultural ou a sua utilização como forma de expressão.

Queres saber mais ou queres saber como integrar a Dança Oriental no teu próximo evento? Entra em contacto connosco para obteres algumas sugestões personalizadas.

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